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Jazz no Parque das Ruínas

10 de novembro de 2010

O Evento faz parte do Projeto “Música no Museu”, que nesse mês de Novembro realiza o Festival Internacional de Sopros. Oboé, Fagote, Flauta, Clarineta e Saxofone, com programação de 3 a 30 de Novembro, espalhada por vários museus do Rio. A programação é GRÁTIS e uma oportunidade excelente para ouvir músicos de primeira numa atmosfera mais intimista em lugares muito bonitos, além de poder aproveitar pra conhecer os Museus depois.

Nessa apresentação no Parque das Ruínas………………o estilo será o Jazz pelos Músicos Wolfram Goebel – saxofone tenor, Lennart Goebel – piano e Sami Kontola – bateria. O Programa inclui: Cole Porter,Duke Ellington, George & Ira Gershwin, Billy Strayhorn, Charlie Haden, David Frishberg, Stanley Adams & Maria Grever, Sidney Bechet, Cole Porter, Henry Mancini, Joe Zawinul e Consuelo Velázquez. Imperdível!!

  • Quando? 13 de Novembro, Sábado às 11:30

Se chover, chegar antes porque deve ser transferido pro auditório como foi no show da Maria Bethânia semana passada e tem poucos lugares

  • Quanto? Grátis

  • Onde? Parque das Ruínas, Santa Teresa (mapa)

História do Parque

O casarão foi erguido entre 1898 e 1902, e pertenceu a Laurinda Santos Lobo, nome dos mais importantes na sociedade carioca. Na época áurea, entre os anos de 1920 e 1946, o lugar era cenário de festas e eventos culturais concorridos. Laurinda Santos Lobo reunia intelectuais e artistas no palacete, em encontros dos mais concorridos entre os cariocas. Depois, abandonado, o lugar foi invadido, saqueado e ocupado por mendigos e traficantes. Em 1993, começou a ser restaurado pela prefeitura, até ser inaugurado em 1997 sob o nome de Parque das Ruínas.

Um belíssimo mirante que deixa o Rio de Janeiro aos seus pés. De lá, tem-se uma visão extraordinária do centro da cidade e de toda a orla do Rio – desde o Aeroporto Santos Dumont até a Urca. Logo abaixo estão os Arcos da Lapa. Aberto ao público, o Parque foi o que restou do Palacete Murtinho Nobre, onde morou Laurinda Santos Lobo. A casa foi um dos pontos mais efervescentes da vida cultural carioca durante muitos anos, até a morte da anfitriã, em 1946. A Prefeitura fez renascer das ruínas a cultura que ali existiu. O parque abriga uma sala de exposições, auditório e cafeteria, garantindo conforto a shows musicais, happy hours e leitura de textos literários. Com três andares, a casa chama atenção também por sua arquitetura e estilo – tijolos aparentes combinados harmoniosamente com estruturas metálicas e de vidro.

Fotos

Créditos: Vinicius (site)

(clique nas imagens para ampliar)

 

 

 

 

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